sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dual Persona






Sinto um aperto no peito, um medo de temer a coisa errada e deixar passar despercebido os reais problemas.
Os dias estão passando rápido. O intervalo de tempo não mais suficiente para se concluir ações. Mas o tempo é o mesmo, sempre foi. O homem que desaprendei a lidar com isso.
O tempo está passando. Quanto menos, mais. Quanto mais, menos.
Nada corre fora do tempo...
É dado a nós e cabe a nós discernir o que fazer com o tempo que nos é dado.

Minha alma não consegue repousar em paz. Sempre temendo a incógnita.
Sofro mais do que o necessário, minha mente envenena minha vida.
De volta o clichê: Sou meu pior inimigo!
Realmente parece ser verdade. Às vezes sinto lados opostos colidirem aqui dentro da cabeça. Nunca entendi realmente o que isso significa.
O desejo de viver dos sonhos se mistura com as necessidades do real, mistura-se com sonhos dos outros.


Será a felicidade momentânea, uma máscara que tampa a real dor?
Será que me encanto demais, quando tudo está bem, então me alieno da própria realidade?
Ou será tudo ao contrário?!
Às vezes sofro por algo sem motivo. Às vezes não sofro pelo o que realmente é necessário.
Às vezes quero fugir do sofrimento, mas lembro que está agarrado em mim, e não é como uma peça que pode simplesmente ser desencaixada e jogada fora. Então não consigo fugir de mim mesmo.
Não posso me abandonar.

Escrevo pra compartilhar a dor com o papel...
Talvez assim, isso alivie um pouco do peso da minha dor em mim!







 • LR

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